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I've made it up in my mind...
I'll say this want again, you people you are my friends, the devil you can come on, tonight...that's right. Looking for misery, but you found me, lying naked on the floor, I was head and insane, the devil told me his name, but his not welcome here...anymore. Tell me what do you see, when you're looking ate me, the sounds of reason found ability...it's killing me...inside. Looking for misery, but you found me, lying naked on the floor, I was head and insane, the devil told me his name, but his not welcome no...anymore. Stay away .... say you misery. The pressure ir building with time, I've made it up in my mind, I've got excuses for all this things that i've tried...in my life.

I was head and insane,
the devil told me his name...
K
E
E
P
C
A
L
M








1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 »
theme por keepcal-m, base stupefys; detalhes noheartgirl, im-mutable, quase-insana e l-oveyourself.
about the themes.
oseusorrisopassouasertudo
Ah, é muito lindo aqui ~rebola. É fã da Kris? Boa noite! ;)

não sou só fã da Kristen, eu sou apaixonada por ela

tenho um amor lésbico por ela

isso é mt gay, mas foda-se é a Kristen




Sabe qual o erro? Você espera tanto uma coisa, ou alguém, que se fecha pra todo o resto.

(Source: fuck-youloveme)


· 2 minutes ago | reblog this | 67 notes · originally fuck-youloveme ·

seductive-bitch
q perfeito q tá seu theme *o*

obrigada, ]:




doce-extase
que theme lindo *u*

obrigada, serio ]:




            ”Ele não estava normal, eu pensava. Avistei seus olhos inchados e vermelhos de longe. Ele estava fumando escondido ou era por ter chorado? Apressei meus passos, ele estava sentado sobre o meio fio da esquina de minha rua, mas por que ele estava ali, aquela hora da noite? Algo havia acontecido, e eu irei realmente descobrir. Chegando perto o suficiente para ele me ouvir;
— O que está fazendo aqui? — Olhei em meu relógio, eram 23:26pm.
— Eu… — ele começou dizendo, mas parecia estar sufocando, cheguei mais perto, mas ele não olhava para meu rosto.
— O que aconteceu? — Eu me abaixei em sua frente. E ele desviou o olhar, novamente.
— Nada. — Disse ele respirando fundo e se pondo de pé.
— Me diz, eu vou te ajudar. — O puxei para baixo novamente, e vi sei rosto e senti o úmido em seus pulsos. Ele sentou, e eu verifiquei minhas mãos… eram sangue. —Você.. não. Por favor, você não… — Ele apenas acenou que sim com a cabeça e não disse mais nada.
(Permanecemos um bom tempo nos encarando)
— Me desculpa… estava… sufocante. — Ele respirava ao tentar dizer, estava sufocando, literalmente.
— Me deixe ver o estrago, por favor. — Eu disse, apavorada, eu precisava fazer algo, mas.. o que?
— Eu sei que você quer fazer algo… você não pode mudar nada. — Ele sabia o que eu estava pensando.
— Você sabe que eu posso fazer algo sim, posso te ouvir, te compreender. — Sentei ao lado dele, e segurei sua mão, limpando com a manga do meu moletom as gotas de sangue que ousavam gotejar no solo.
— Depois de tanto tempo… — ele começou. — Depois de tanto tempo sem sentir nada, perdido, vagando por aí, passando em frente sua casa noite após noite, esperando você olhar para a janela e me chamar para subir e te abra… — ele não continuou, parou de falar por alguns instantes e retomou. — Eu comecei a beber, beber e beber, chorei durante a tarde inteira, me enfiei em baixo de um chuveiro gelado, descansei. Ao me levantar, uma dor de cabeça, resolvi dar uma volta e quando me dei por conta havia passado em frente sua casa umas dez vezes, chamei seu nome, tentei te ligar e nada. Estava indo embora, e lembrei do que carregava junto comigo, sentei-me aqui e comecei a chorar, estiquei a manga e escrevi seu nome em minha pele, chorava, não porque estava me machucando fisicamente, eu chorava porque estava rasgando meu coração. Eu pensei que esqueceria, que viveria, que conseguiria, mas não. Tudo me lembra você, eu nunca fui forte, o que me manteve em pé todo esse tempo foi o que restou de você em mim, mas isso foi diminuindo e eu estava indo embora junto com as cinzas do amor que havia restado. Eu sei que não pode-se fazer nada mais, eu sei o quão irracional eu fui. Mas não havia mais nada a ser feito. — Ele se entregou ao choro.
            Após enxugar todo sangue espalhado sobre seu braço, eu puderá ler o que estava escrito… meu nome, escrito por navalha em sua pele, quem estava sendo sufocada era eu. Minha culpa, sempre foi.
— Eu.. não, sei… — eu gaguejava, não poderia chorar, não agora, eu precisava me manter forte, por ele. — Eu não sei o que lhe dizer, isso nunca foi de você. Depois de tanto tempo e você só me diz isso agora? Depois de tanto tempo por que não o fez antes? Por que não veio atrás de mim? Me chamo, gritou, telefonou… você sempre soube onde me encontrar.
— Eu não sabia, eu tinha medo, não era pra ser assim. — Ele estava nervoso, com o rosto avermelhado. — Você sempre teve a melhor parte de mim, você sempre foi a melhor parte de mim, você levou consigo toda a minha vontade, e deixou apenas um corpo, que por incrível que pareça age por conta própria sem uma vida, sem uma alma.
            Eu puxei ele para meu colo, para se encostar em mim, o abracei, beijei sua teste, ficamos sentados um bom tempo… olhei no relógio, eram exatamente 01:13am, eu precisava ir para casa;
— Preciso ir… — eu disse, iria chamar para ir comigo.
— Ah… claro, também vou, estou cansado. — ele disse, se levantando rapidamente.
— Você… bom, você não quer ir lá pra casa… para nós conversarmos? — ele iria, tinha certeza.
— Não. — Frio, seco, é.
— Por favor, você não está em condições… — ele tinha dê acertar, precisávamos terminar essa conversa. 
— Uma noite.. que mal irá fazer. — Ele concordou, querendo negar.
            Caminhamos até minha casa, entramos, e fomos para o quarto, ele sentou na cama, e ficou olhando em volta, abismado. Sentei em sua frente e comecei:
— Sei que permaneci com seu coração, sei o quão errada fui não devolve-lo, sei como você deve estar se sentindo… — ele me interrompeu.
— Não.. esse é o problema, você não sabe. — Ele disse, indignado. Eu continuei, ignorando o que ele havia dito.
— Eu passei por cima de muitas coisas, eu fugi, corri, me escondi. Mas você não foi atrás, não me procurou, não quis saber o que tinha acontecido, você não se importou. Todas as noites, eu esperava uma ligação, que você me chamasse, e nada. Você agiu com indiferença, não iria lhe fazer falta, não naquele momento. E agora vem me dizer que não consegue continuar? Que é difícil passar por tudo isso? Que está acabando com a sua vida, por erros que você cometeu? Foi só agora, depois de tanto tempo que a consciência pesou? — eu joguei tudo na cara dele, não podia suportar.
— É… — esperei pacientemente ele dizer. — Eu não ia atrás, foi você quem se foi, e não eu, foi erros, mas me diz… todo mundo erra, eu errei.
— Você errou uma, duas, três vezes. Errar três vezes é pura burrice, perdoar três vezes é puro amor, mas nenhum amor próprio, algo que perdi quando você chegou. 
— Você sempre foi forte pra suportar tudo, esse é o problema, eu nunca fui forte, eu me fazia de forte, eu era fraco, sou fraco. E quando eu realmente notava que te amava, eu fui atrás. E surtei. Até você me encontrar. — ele estava pronto pra chorar novamente.
— Quer dizer que você nunca me amou? — perguntei, surpresa.
— Esquece, eu preciso descansar… lembra-se? — Disse ele, fugindo do assunto, como sempre.
— Olha, fica aqui, passe a noite aqui, quem irá sair sou eu, fique até a hora que quiser, mas quando sair, feche a porta e deixe atrás do muro, perto do correio — eu disse levantando-me, colocando um salto alto e uma jaqueta de couro.
            Sai, peguei o carro dos meus pais, e fui pra primeira boate que avistei. […] Eu não iria fazer isso, mas eu tinha que fazer, fui até o balcão e pedi uma garrafa, duas garrafas, curti a noite inteira. Saí da boate tropeçando, peguei o carro e comecei a dirigir sem destino, sem enxergar nada, em alta velocidade. Perdi a direção, e minha vida inteira passou pelos meus olhos, tudo que já havia vivido, até as últimas palavras que ele havia dito. E tudo ficou branco… um clarão. E apagou. Algo estava me puxando para outro lugar, eu não havia resistido.
            Era pra ser uma história de amor, mas algumas palavras erradas, verdades jogadas, podem fazer com que tudo se acabe instantaneamente.”
(keepcal-m)

”Ele não estava normal, eu pensava. Avistei seus olhos inchados e vermelhos de longe. Ele estava fumando escondido ou era por ter chorado? Apressei meus passos, ele estava sentado sobre o meio fio da esquina de minha rua, mas por que ele estava ali, aquela hora da noite? Algo havia acontecido, e eu irei realmente descobrir. Chegando perto o suficiente para ele me ouvir;

— O que está fazendo aqui? — Olhei em meu relógio, eram 23:26pm.

— Eu… — ele começou dizendo, mas parecia estar sufocando, cheguei mais perto, mas ele não olhava para meu rosto.

— O que aconteceu? — Eu me abaixei em sua frente. E ele desviou o olhar, novamente.

— Nada. — Disse ele respirando fundo e se pondo de pé.

— Me diz, eu vou te ajudar. — O puxei para baixo novamente, e vi sei rosto e senti o úmido em seus pulsos. Ele sentou, e eu verifiquei minhas mãos… eram sangue. —Você.. não. Por favor, você não… — Ele apenas acenou que sim com a cabeça e não disse mais nada.

(Permanecemos um bom tempo nos encarando)

— Me desculpa… estava… sufocante. — Ele respirava ao tentar dizer, estava sufocando, literalmente.

— Me deixe ver o estrago, por favor. — Eu disse, apavorada, eu precisava fazer algo, mas.. o que?

— Eu sei que você quer fazer algo… você não pode mudar nada. — Ele sabia o que eu estava pensando.

— Você sabe que eu posso fazer algo sim, posso te ouvir, te compreender. — Sentei ao lado dele, e segurei sua mão, limpando com a manga do meu moletom as gotas de sangue que ousavam gotejar no solo.

— Depois de tanto tempo… — ele começou. — Depois de tanto tempo sem sentir nada, perdido, vagando por aí, passando em frente sua casa noite após noite, esperando você olhar para a janela e me chamar para subir e te abra… — ele não continuou, parou de falar por alguns instantes e retomou. — Eu comecei a beber, beber e beber, chorei durante a tarde inteira, me enfiei em baixo de um chuveiro gelado, descansei. Ao me levantar, uma dor de cabeça, resolvi dar uma volta e quando me dei por conta havia passado em frente sua casa umas dez vezes, chamei seu nome, tentei te ligar e nada. Estava indo embora, e lembrei do que carregava junto comigo, sentei-me aqui e comecei a chorar, estiquei a manga e escrevi seu nome em minha pele, chorava, não porque estava me machucando fisicamente, eu chorava porque estava rasgando meu coração. Eu pensei que esqueceria, que viveria, que conseguiria, mas não. Tudo me lembra você, eu nunca fui forte, o que me manteve em pé todo esse tempo foi o que restou de você em mim, mas isso foi diminuindo e eu estava indo embora junto com as cinzas do amor que havia restado. Eu sei que não pode-se fazer nada mais, eu sei o quão irracional eu fui. Mas não havia mais nada a ser feito. — Ele se entregou ao choro.

Após enxugar todo sangue espalhado sobre seu braço, eu puderá ler o que estava escrito… meu nome, escrito por navalha em sua pele, quem estava sendo sufocada era eu. Minha culpa, sempre foi.

— Eu.. não, sei… — eu gaguejava, não poderia chorar, não agora, eu precisava me manter forte, por ele. — Eu não sei o que lhe dizer, isso nunca foi de você. Depois de tanto tempo e você só me diz isso agora? Depois de tanto tempo por que não o fez antes? Por que não veio atrás de mim? Me chamo, gritou, telefonou… você sempre soube onde me encontrar.

— Eu não sabia, eu tinha medo, não era pra ser assim. — Ele estava nervoso, com o rosto avermelhado. — Você sempre teve a melhor parte de mim, você sempre foi a melhor parte de mim, você levou consigo toda a minha vontade, e deixou apenas um corpo, que por incrível que pareça age por conta própria sem uma vida, sem uma alma.

Eu puxei ele para meu colo, para se encostar em mim, o abracei, beijei sua teste, ficamos sentados um bom tempo… olhei no relógio, eram exatamente 01:13am, eu precisava ir para casa;

— Preciso ir… — eu disse, iria chamar para ir comigo.

— Ah… claro, também vou, estou cansado. — ele disse, se levantando rapidamente.

— Você… bom, você não quer ir lá pra casa… para nós conversarmos? — ele iria, tinha certeza.

— Não. — Frio, seco, é.

— Por favor, você não está em condições… — ele tinha dê acertar, precisávamos terminar essa conversa.

— Uma noite.. que mal irá fazer. — Ele concordou, querendo negar.

Caminhamos até minha casa, entramos, e fomos para o quarto, ele sentou na cama, e ficou olhando em volta, abismado. Sentei em sua frente e comecei:

— Sei que permaneci com seu coração, sei o quão errada fui não devolve-lo, sei como você deve estar se sentindo… — ele me interrompeu.

— Não.. esse é o problema, você não sabe. — Ele disse, indignado. Eu continuei, ignorando o que ele havia dito.

— Eu passei por cima de muitas coisas, eu fugi, corri, me escondi. Mas você não foi atrás, não me procurou, não quis saber o que tinha acontecido, você não se importou. Todas as noites, eu esperava uma ligação, que você me chamasse, e nada. Você agiu com indiferença, não iria lhe fazer falta, não naquele momento. E agora vem me dizer que não consegue continuar? Que é difícil passar por tudo isso? Que está acabando com a sua vida, por erros que você cometeu? Foi só agora, depois de tanto tempo que a consciência pesou? — eu joguei tudo na cara dele, não podia suportar.

— É… — esperei pacientemente ele dizer. — Eu não ia atrás, foi você quem se foi, e não eu, foi erros, mas me diz… todo mundo erra, eu errei.

— Você errou uma, duas, três vezes. Errar três vezes é pura burrice, perdoar três vezes é puro amor, mas nenhum amor próprio, algo que perdi quando você chegou.

— Você sempre foi forte pra suportar tudo, esse é o problema, eu nunca fui forte, eu me fazia de forte, eu era fraco, sou fraco. E quando eu realmente notava que te amava, eu fui atrás. E surtei. Até você me encontrar. — ele estava pronto pra chorar novamente.

Quer dizer que você nunca me amou? — perguntei, surpresa.

— Esquece, eu preciso descansar… lembra-se? — Disse ele, fugindo do assunto, como sempre.

— Olha, fica aqui, passe a noite aqui, quem irá sair sou eu, fique até a hora que quiser, mas quando sair, feche a porta e deixe atrás do muro, perto do correio — eu disse levantando-me, colocando um salto alto e uma jaqueta de couro.

Sai, peguei o carro dos meus pais, e fui pra primeira boate que avistei. […] Eu não iria fazer isso, mas eu tinha que fazer, fui até o balcão e pedi uma garrafa, duas garrafas, curti a noite inteira. Saí da boate tropeçando, peguei o carro e comecei a dirigir sem destino, sem enxergar nada, em alta velocidade. Perdi a direção, e minha vida inteira passou pelos meus olhos, tudo que já havia vivido, até as últimas palavras que ele havia dito. E tudo ficou branco… um clarão. E apagou. Algo estava me puxando para outro lugar, eu não havia resistido.

Era pra ser uma história de amor, mas algumas palavras erradas, verdades jogadas, podem fazer com que tudo se acabe instantaneamente.

(keepcal-m)

(via livia-cunha)


· 3 hours ago | reblog this | 1,154 notes · originally keepcal-m ·

(Source: meninaparanoia, via fucking-society)


· 5 hours ago | reblog this | 17,446 notes · originally meninaparanoia ·

Eu sinto ciúmes mesmo, problem?



Cansei de mim, quem quer?



Ela: Faz tempo, não faz? Faz um bom tempo que eu não lhe pergunto como anda a vida, o que anda fazendo, se está sorrindo… como você realmente está. Faz um bom tempo que eu não lhe dou colo e brinco com você. O que aconteceu? Desistimos assim, tão facilmente, não sabemos quem somos, nos tratamos com o estranhos, somos estranhos. Estamos com medo do que? De si próprios, creio eu. Aposto que você me vê como um bicho de sete cabeças e três olhos; mas eu não sou nada disso, continuo a mesma. Eu queria que você voltasse para casa, para a nossa casa. Gostaria de dar continuidade na nossa história, mas nada é como queremos. Sei o quanto dói e imagino o quanto doeu, mas será que foi melhor? Melhor assim? Fizemos tantas promessas e todas quebradas agora, sei o quanto batalhamos para que isso desse certo, o quanto tentamos, bom.. pelo menos eu sei o quanto tentei e me esforcei, o quanto te amei. Recordo-me de tudo que vivemos, espero que você se recorde também, foram tantos momentos não acha? É impossível esquecer o quão bem você me fez, o quão divertido tudo que passou. Eu tentei acertar, mas eu errei, como sempre o fiz, sempre erro. Mas me fale de você, como está seu coração? Não me venha com essa de está batendo ou bombeando o sangue, não cola, você sabe muito bem do que estou me referindo. Espero que esteja bem e apaixonado, vivo. Como está aquele meu sorriso? Ele ainda existe? Ou foi transformado? Como foi a prova para a faculdade? Tava difícil? Eu deveria ter estudado com você, não é mesmo? Tem ouvido a nossa música? Eu ainda ouço ela, e sabe… eu choro, bom não me pergunte por que, mas eu simplesmente choro. Você ainda tem aquele ursinho que eu lhe dei? Eu lembro que você dormia abraçado com ele, todas as noites. E a aliança? Diga-me que a guardou, a minha está aqui, guardada, na mesma caixinha que veio, em cima da minha comoda, esperando você coloca-la em meu dedo novamente. Me diz, você está se alimentando direito? Lembro que tinha a mania de esquecer de comer. Como foi seu treino de futebol? Era ótimo lhe ver jogando e comemorando os gols que fazia. E a nova menina? Me fale sobre ela… ela é bonita? Cuida de você? Tem um sorriso lindo? E a voz dela, é irritante? Me diz o que você acha… eu me pergunto se você prefere a mim do que a ela; mas sei que não. Ainda anda de skate? Quem está fazendo os curativos quando você cai? Mas me diz, você sente a minha falta? Passamos tanto tempo distantes, tudo mudou, não somos os mesmos, você amadureceu, eu amadureci. Você me prometeu ser feliz, espero que esteja cumprindo. Pois eu cumpro todas as minhas promessas. E cada dia que passa, a saudade aumenta, sabe? Como se você estivesse aqui ainda, e dissesse “estou indo passar o fim de semana com meus avós” é como se você nunca tivesse ido, mas foi, e não voltou. Você esqueceu de devolver meu coração, espero que esteja cuidando dele. Tenho diversas confissões a lhe fazer, mas só irei, quando você estiver aqui. Promete vim me visitar? Passar uma tarde comigo, só para colocarmos os assuntos em dia, e eu ter a plena certeza que você está bem. Sinto muito por não ter continuado, mas ambos erramos. Eu pediria para voltar, mas não sei se irá o fazer. Você era todo errado, mas eu o concertei. 

Ele: Não existe outra menina, sempre foi você, sempre será você. 


(keepcal-m)

Ela: Faz tempo, não faz? Faz um bom tempo que eu não lhe pergunto como anda a vida, o que anda fazendo, se está sorrindo… como você realmente está. Faz um bom tempo que eu não lhe dou colo e brinco com você. O que aconteceu? Desistimos assim, tão facilmente, não sabemos quem somos, nos tratamos com o estranhos, somos estranhos. Estamos com medo do que? De si próprios, creio eu. Aposto que você me vê como um bicho de sete cabeças e três olhos; mas eu não sou nada disso, continuo a mesma. Eu queria que você voltasse para casa, para a nossa casa. Gostaria de dar continuidade na nossa história, mas nada é como queremos. Sei o quanto dói e imagino o quanto doeu, mas será que foi melhor? Melhor assim? Fizemos tantas promessas e todas quebradas agora, sei o quanto batalhamos para que isso desse certo, o quanto tentamos, bom.. pelo menos eu sei o quanto tentei e me esforcei, o quanto te amei. Recordo-me de tudo que vivemos, espero que você se recorde também, foram tantos momentos não acha? É impossível esquecer o quão bem você me fez, o quão divertido tudo que passou. Eu tentei acertar, mas eu errei, como sempre o fiz, sempre erro. Mas me fale de você, como está seu coração? Não me venha com essa de está batendo ou bombeando o sangue, não cola, você sabe muito bem do que estou me referindo. Espero que esteja bem e apaixonado, vivo. Como está aquele meu sorriso? Ele ainda existe? Ou foi transformado? Como foi a prova para a faculdade? Tava difícil? Eu deveria ter estudado com você, não é mesmo? Tem ouvido a nossa música? Eu ainda ouço ela, e sabe… eu choro, bom não me pergunte por que, mas eu simplesmente choro. Você ainda tem aquele ursinho que eu lhe dei? Eu lembro que você dormia abraçado com ele, todas as noites. E a aliança? Diga-me que a guardou, a minha está aqui, guardada, na mesma caixinha que veio, em cima da minha comoda, esperando você coloca-la em meu dedo novamente. Me diz, você está se alimentando direito? Lembro que tinha a mania de esquecer de comer. Como foi seu treino de futebol? Era ótimo lhe ver jogando e comemorando os gols que fazia. E a nova menina? Me fale sobre ela… ela é bonita? Cuida de você? Tem um sorriso lindo? E a voz dela, é irritante? Me diz o que você acha… eu me pergunto se você prefere a mim do que a ela; mas sei que não. Ainda anda de skate? Quem está fazendo os curativos quando você cai? Mas me diz, você sente a minha falta? Passamos tanto tempo distantes, tudo mudou, não somos os mesmos, você amadureceu, eu amadureci. Você me prometeu ser feliz, espero que esteja cumprindo. Pois eu cumpro todas as minhas promessas. E cada dia que passa, a saudade aumenta, sabe? Como se você estivesse aqui ainda, e dissesse “estou indo passar o fim de semana com meus avós” é como se você nunca tivesse ido, mas foi, e não voltou. Você esqueceu de devolver meu coração, espero que esteja cuidando dele. Tenho diversas confissões a lhe fazer, mas só irei, quando você estiver aqui. Promete vim me visitar? Passar uma tarde comigo, só para colocarmos os assuntos em dia, e eu ter a plena certeza que você está bem. Sinto muito por não ter continuado, mas ambos erramos. Eu pediria para voltar, mas não sei se irá o fazer. Você era todo errado, mas eu o concertei.

Ele: Não existe outra menina, sempre foi você, sempre será você.

(keepcal-m)


· 2 days ago | reblog this | 3,249 notes · originally keepcal-m ·

(Source: ghosts-and-zombies, via scodelariobr)


· 2 days ago | reblog this | 8,026 notes · originally ghosts-and-zombies ·